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	<title>Palavras da Organização &#8211; VI Bienal</title>
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		<title>Tecendo diálogos possíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Secretaria SBPRP]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2023 01:05:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Palavras da Organização]]></category>
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					<description><![CDATA[Ana Cláudia G. R. de Almeida – Coordenadora da Comissão Científica da VI Bienal  Em 1932, num diálogo que ficou conhecido como “Por que a guerra?”  Eisntein e Freud, debatem sobre as inquietações de seu tempo/nosso tempo, considerando o movimento das pulsões de vida e de morte, a partir do qual se constitui a própria [&#8230;]]]></description>
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<p>Ana Cláudia G. R. de Almeida – Coordenadora da Comissão Científica da VI Bienal</p>



<p> Em 1932, num diálogo que ficou conhecido como “Por que a guerra?”  Eisntein e Freud, debatem sobre as inquietações de seu tempo/nosso tempo, considerando o movimento das pulsões de vida e de morte, a partir do qual se constitui a própria existência humana. Humanamente possível.</p>



<p>Davi Kopenawa e Bruce Albert, um xamã-narrador e um etnólogo escritor também nos trazem inquietações semelhantes em “Queda do céu”.  Tratam da ameaça humana ao planeta que pode inviabilizar a sobrevivência da espécie. Humanamente impossível.</p>



<p>Hanna Segal em seu livro Psicanálise, Literatura e Guerra, defende o compromisso ético dos psicanalistas diante das ameaças à vida humana, compromisso em colaborar para a melhor compreensão dos mecanismos psíquicos envolvidos na fúria desmedida da agressividade humana.</p>



<p>Em pequenos recortes, numa espécie de voo panorâmico pelas pesquisas para elaboração do programa científico cultural da VI Bienal de Psicanálise e Cultura de Ribeirão Preto, trago o trabalho realizado pelas comissões científica e cultural responsáveis pela tarefa, um grupo de oito mulheres, artesãs da psicanálise, que inspiradas em referências expressas pelos diálogos acima desfiaram os fios por eles apresentados e com os mesmos fios procuraram tecer uma nova rede em direção à  <strong>&#8220;HUMANIDADES POSSÍVEIS&#8221;.</strong></p>



<p>Propondo um programa integrado científico-cultural, a rede se constituiu, iniciando com reflexões justamente sobre a dança das pulsões e quem sabe “Uma possível pulsão de humanidade”, se desdobrando em “Novas Considerações sobre a pulsão de morte”. As conversas seguem sobre “Humanidades Silenciadas”, investigando os movimentos histórico-sociais de apagamentos de toda uma ampla produção cultural da intelectualidade negra no Brasil. Amanhecendo num encontro para pensar nossa relação com o planeta em “Humanidades possíveis e o planeta Terra”, seguindo com a pergunta atemporal “Por que, ainda, a guerra?” e alcançando “O que ela sussurra” que nos apresenta o sussurro poético de esperança que sobrevive entre guerras. Encerrando com um debate e o desejo de que a potência do encontro ajude a sustentar o céu sobre nossas cabeças.  </p>



<p>Aqui nossa proposta de itinerário para a VI Bienal – Humanidades Possíveis. Contamos com sua presença, até lá!</p>
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		<title>VI Bienal de Psicanálise e Cultura da SBPRP- 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Secretaria SBPRP]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2023 00:50:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Palavras da Organização]]></category>
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					<description><![CDATA[Há cerca de quinze anos, alguns colegas da nossa Sociedade, coordenados por Maria Bernadete Amêndola C. de Assis e Lia F. C. Falsarella, iniciaram o Projeto das Bienais, com a proposta de dialogar e transitar por outras áreas do conhecimento, ampliando horizontes e possibilitando desenvolvimento. A cada evento, fomos desbravando novos espaços e encontrando ressonâncias [&#8230;]]]></description>
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<p>Há cerca de quinze anos, alguns colegas da nossa Sociedade, coordenados por Maria Bernadete Amêndola C. de Assis e Lia F. C. Falsarella, iniciaram o Projeto das Bienais, com a proposta de dialogar e transitar por outras áreas do conhecimento, ampliando horizontes e possibilitando desenvolvimento. A cada evento, fomos desbravando novos espaços e encontrando ressonâncias e enriquecimento.</p>



<p>No final do ano passado, recebi um convite para coordenar a Comissão Cultural da VI Bienal de Psicanálise e Cultura da SBPRP, feito pela coordenadora geral do evento, Andréa Ciciarelli P. Lima. Fiquei extremamente feliz e, confesso, ao mesmo tempo com um “frio na barriga”, pois já tendo acompanhado, em outros momentos, os preparativos deste evento, sabia do grande desafio que teria pela frente. Quando cheguei, o barco já estava navegando, ainda bem perto da margem, mas já havia saído do porto. Sabia que tinha muito a aprender/apreender e, assim, resolvi aceitar o desafio. Nadei bem forte e consegui acompanhá-lo, sentindo-me tão acolhida pelas colegas, que me receberam com muito carinho.</p>



<p>Desde o início, percebi uma grande sintonia nas propostas, funcionamentos, pensamentos e sentimentos. Era fácil concordar e embarcar nos sonhos, muitas vezes sonhados em conjunto. Foram muitas reuniões, encontros em sorveterias, cafés&#8230; Gradativamente, fomos construindo um verdadeiro grupo de trabalho, buscando desenvolver um formato menos convencional e mais dinâmico, onde as comissões Científica e Cultural se entrelaçavam e complementavam em harmonia, facilitando o diálogo entre a aquisição do conhecimento científico e da experiência emocional.</p>



<p>Desejávamos, fortemente, construir algo que fosse além do entretenimento e proporcionasse verdadeiras experiências emocionais e estéticas. Foram muitas trocas, leituras de livros, textos, contato com autores, participação em espetáculos, podcasts, atividades culturais que se misturavam às atividades científicas. Muitos caminhos foram trilhados até chegarmos ao tema da nossa Bienal:</p>



<p>“Humanidades Possíveis”.</p>



<p>O que pensar da nossa Humanidade, Desumanidade, In-humanidade?</p>



<p>Como lidar com a nossa destrutividade x criatividade?</p>



<p>Inspiradas no diálogo entre Freud e Einstein, “Porque a Guerra”, nos debruçamos sobre esse tema, tão atual e urgente nos dias de hoje. Vivemos em tempos de guerra, não apenas concretamente. Nos deparamos com essa realidade, observando e vivenciando o uso de armas invisíveis e muito potentes, que vem sendo usadas massivamente, para destruir nossa capacidade de pensar criativamente. Me refiro ao uso das Fake News, Deepfakes, etc., que disseminam conteúdos falsos em ampla escala nas redes sociais, incitando o preconceito, o ódio e a violência, nos distanciando da verdade e do contato com a realidade.</p>



<p>Através de Experiências Estéticas, geradas a partir da intersecção da Psicanálise e da Cultura, pretendemos propiciar uma imersão em direção aos mais profundos sentimentos e dessa forma abrir caminho para o despertar de um pensar criativo e consequente desenvolvimento emocional.</p>



<p>Marta Dominguez Sotelino</p>



<p>Coordenadora da Comissão Cultural da VI Bienal de Psicanálise e Cultura da SBPRP</p>
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